RONDÔNIA

Se Confúcio deixar o MDB, o partido se esvazia e não reelege ninguém

PORTO VELHO-É mais fácil o MDB correr o risco de não reeleger o senador Valdir Raupp do que deixar o governador de Rondônia, Confúcio Moura sair do partido. É que o se ouve nos corredores da Assembleia Legislativa e entre os andares do Palácio Rio Madeira. Aliás, com Confúcio no MDB, Valdir Raupp teria mais chances de se reeleger, embora difícil devido aos problemas judiciais enfrentados por ele. Além disso, o prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB) vem forte para o Senado Federal. E, ainda, correndo forte por fora, Fátima Cleide (PT), Aluízio Vidal (REDE) e Bosco da Federal (Podemos), prometem uma campanha acirrada onde qualquer erro pode ser fatal.

Na hipótese de Confúcio deixar o PMDB, ele não iria sozinho. Levaria com ele uma porção de emedebistas o que esvaziaria o partido consideravelmente e inviabilizaria a candidatura do deputado Maurão de Oliveira ao governo de Rondônia.  Essa possibilidade tem tirado o sono dos caciques do partido. Um deles, o eterno secretário geral Luiz Lenzi já decretou: “Confúcio não sai do MDB”.

É mais provável que, para manter o foro privilegiado, Valdir Raupp tenha que descer um degrau e dispute uma vaga de deputado federal junto com a esposa, Marinha Raupp. Porque MDB sem Confúcio Moura é um MDB falido politicamente. Resumindo, a possibilidade de Confúcio deixar o MDB é zero

 

 

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