Eleições 2018

SUCESSÃO EM ABERTO: ELEIÇÕES EM RONDÔNIA AINDA NÃO TÊM CANDIDATOS CONSOLIDADOS

PORTO VELHO- Há menos de um anos das eleições, a sucessão ao governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB) ainda está em aberto. Não tem favoritos. Os ataques recíprocos entre os senadores Acir Gurgacz (PDT) e Ivo Cassol (Progressistas) não surtiram efeito positivo no eleitorado, mostrando apenas que ambos os pretensos candidatos ao Palácio Rio Madeira têm muitos defeitos e que serão explorados durante a campanha eleitoral de 2018. A polarização entre os dois, por enquanto, está resumida a ataques pessoais.

A entrada do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE-RO), Maurão de Carvalho (PMDB) à disputa ainda não repercutiu nas redes sociais, principal termômetro da política nos últimos tempos. Maurão tem que rodar o estado e mostrar porque um parlamentar evangélico deveria ser o futuro governador de Rondônia. Muitos peemedebistas não acreditam que ele decole. Maurão, porém,  está confiante de que herdará o patrimônio político de Confúcio Moura considerado o melhor governador do Brasil. Se isso ocorrer, será a primeira vez que um governador de Rondônia fará seu sucessor.

Mais uma vez, os novatos

Vini Miguel: a aposta da juventude

Como a internet (redes sociais) será um diferencial e tanto nas eleições de 2018, as novas caras que estão surgindo levam vantagem. Estão mais próximas dos internautas e dos ativistas virtuais. O nome que cresceu no meio virtual e está ganhando as ruas é o do jovem advogado e militantes das causas sociais e das minorias, professor Vinícius Valentin Raduan Miguel, o Vini Miguel, que a juventude está adorando conhecer. É um nome fora do meio político tradicional. Não é filho de nenhum político. Nunca foi político. Vini Miguel atende ao que a tendência vem apontando. O eleitor quer mudanças e não aceita mais ser comandado por políticos profissionais.

A deputada federal Mariana Carvalho (PSDB), é uma política emergente e que sonha ser governadora do Estado de Rondônia. É filha do ex-vice-governador Aparício Carvalho, hoje grande empresário do setor educacional. Pesa contra ela o fato de ser tucana, partido de Aécio Neves encalacrado em denúncias de corrupção. Ela bem que tenta se afastar, mas terá que convencer o eleitorado de que será diferente. Talvez ela chegue à conclusão de que está cedo demais para galgar a um posto de tamanha envergadura.

O jovem advogado Jackson Chediak (PCdoB) é um ativista do direito, com grande protagonismo na defesa dos direitos humanos e das causas sociais. Pretende disputar o governo apostando em mudanças. A indicação do nome dele para vice não está descartada.

Este é o quadro atual. Pode ser que surjam novos nomes, como o de Jaqueline Cassol (PR), que no impedimento do irmão senador, seria a candidata do clã à sucessão de Confúcio Moura.

 

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